O mercado consumidor de móveis concentra-se, basicamente, nos países desenvolvidos. Os países europeus juntamente com EUA, Canadá e Japão foram responsáveis por aproximadamente 85% das importações mundiais de móveis . O principal país importador de móveis é os EUA (21%), respondendo por um quinto das importações mundiais, entretanto a principal região importadora é a Europa, que representa mais da metade das importações mundiais (52%). Os principais importadores europeus são: Alemanha (15%), França (7%), Reino Unido (4%), Holanda (4%) e Bélgica (4%). Além dos EUA e dos países europeus, destacam-se também o Japão e o Canadá, que tiveram uma participação de 7% e 5% respectivamente. Desta forma, apenas os oito países acima citados respondem por quase 70% das importações mundiais .

Desde os anos 70, a Itália liderava a indústria mundial de móveis e atualmente responde por quase 20% das exportações mundiais

Apesar da elevada competitividade da indústria moveleira italiana, que pode ser atribuída à sua estrutura industrial, que conta com aproximadamente 33.000 empresas altamente especializadas e desverticalizadas, em 2006 a China ultrapassou a Itália, chegando a US$ 10,7 bilhões.

As maiores empresas italianas, em geral com mais de 500 empregados, dedicam-se basicamente ao design e à montagem dos móveis , estando voltadas para o mercado externo e atuando com estratégias bastante agressivas. A indústria moveleira italiana desenvolveu um design próprio e inovador. Isto propiciou uma renda adicional advinda da exportação de móveis exclusivos .

Por outro lado, a China é puramente produção e exportação de produtos vendidos (encomendados por empresas americanas e européias, devido o baixo custo de produção, subsídeos de impostos e com tarifações erradas, prejudicando a indústria moveleira no mundo todo.

O Brasil exporta 38% de seus móveis para os Estados Unidos, 9% para a França e 4% para a Argentina e o restante se divide em outros 40 países. Em 2006 o Brasil classifica-se como o 23º exportador do mundo.

Em recente levantamento nos Estados Unidos, constatou-se que 46 milhões de famílias mudam-se
anualmente, o que abre um franco mercado para exportação.

O setor de colchões encontrou um nicho , se organizou e hoje (2007/2007) estão em franco crescimento. O contrário acontece com o setor de assentos que sofre com as
exportações de produtos chineses.


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